Natural de Teófilo Otoni/MG, reside na capital mineira desde 2002 quando veio cursar Medicina Veterinária na UFMG. A música chegou um pouco depois e não largou mais.
Apaixonada pela viola caipira, instrumento que carrega e transforma desde 2006, Letícia se destaca pelo arrojo em que aplica a viola na música instrumental ou cantada.
Sem se prender à tradição em que o instrumento está inserido, busca demonstrar sua versatilidade em vários gêneros, flertando com a música brasileira instrumental, o pop e a MPB.
Teve sua formação no instrumento de forma livre, com cursos na área da música, teatro e canto. Já se apresentou em vários estados do Brasil e foi 3º lugar do concurso de viola promovido pela Globo Minas em 2012 entre mais de 800 inscritos.
Atualmente circula com o Show autoral Profano (2018), com composições próprias e de parceiros como Sol Bueno e Tiago Branco, acompanhada de piano, baixo e bateria.
Circula também com o Show Brasilidades (2019) onde coloca a viola caipira à frente de um quarteto composto por viola, violão 7 cordas, sanfona e pandeiro e passeia por renomados compositores da nossa música como Hermeto Pascoal, Guinga, Dominguinhos, Jacob do Bandolim, Pixinguinha entre outros, mostrando que a viola pode ser protagonista da música instrumental ou cantada.
O Show Urutu (2018) virou CD em 2019: o duo de violas em parceria com Caio de Souza teve produção musical de Fernando Sodré e traz as violas caipira conversando entre elas neste projeto instrumental.
O Show Projeto Rabiola (2017) é um duo instrumental de viola e rabeca, com Rodrigo Salvador, multi-instrumentista que também traz versatilidade ao universo da rabeca brasileira.
Letícia ainda coordena e rege a Orquestra Belorizontina de Viola Caipira, integra as diretorias do Instituto Viva Viola e da Associação Nacional dos Violeiros do Brasil e no setor de educação é professora de viola caipira desde 2012.